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Projeto Ler e escrever




Trabalho Recesso

Continuação Situação II

(c) Aponte se houve as divergências observadas e faça um comentário.

“Cabe à escola ensinar o aluno a utilizar a linguagem oral nas diversas situações comunicativas, especialmente nas mais formais: planejamento e realização de entrevistas, debates, seminários, diálogos com autoridades, dramatizações, etc. Trata-se de propor situações didáticas nas quais essas atividades façam sentido de fato6,pois seria descabido “treinar” o uso mais formal da fala. A aprendizagem de procedimentos eficazes tanto de fala como de escuta, em contextos mais formais, dificilmente ocorrerá se a escola não tornar para si a tarefa de promovê-la.”.

Referente a essa citação,observei uma resistência da professora regente, no que concerne à participação oral dos alunos nas atividades, por exemplo, após a leitura que realizei de uma revista, alguns alunos mostravam interesse pelo assunto e a mesma interrompeu o diálogo dizendo que lá não era sala de “bate-papo”, é interessante especificar que a leitura havia acabado e era importante os alunos falarem sobre o assunto, afinal quando estes irão realizar a recomendação acima, se na escola não lhes é oferecido à oportunidade de falarem. até para saberem respeitar a apresentação alheia e demonstrarem seus pontos de vista?

“No bloco dois página 37 há a citação: ‘Textos que não existem fora da escola e que, como os escritos das cartilhas, em geral, nem sequer podem ser considerados textos, pois não passam de simples agregados de frases.”, que vem de encontro à situação que observei, porque antes de haver uma intervenção de apresentação de outros gêneros textuais para os alunos, a professora trabalhava com textos parecidos ser tirados de cartilhas, como a história de um macaco, será que não existia nenhuma outra forma de apresentar as sílabas ma-me-mi-mo... esse tipo de texto torna a aprendizagem enfadonha.

O ideal seria apresentar textos de gêneros diferentes ou até as cantigas e parlendas, onde houvesse maior interação dos alunos, tanto oral, como lúdica (jogos envolvendo as palavras).

 

Situação III

Em uma escola, todas as professoras estão colocando a disposição dos alunos livros de literatura, gibis e revistas a todos os alunos do um ano, mesmo sabendo que a maioria deles ainda não está lendo.

a)      Leia e liste o que os alunos podem aprender com o trabalho de leitura na escola.

Com o trabalho de leitura os alunos podem desenvolver o gosto pelo literário, por um autor desconhecido, pelas idéias de um mesmo autor, além disso, o trabalho possibilita o comportamento leitor e escritor, somente lendo ou tendo à sua disposição materiais variados, é que os alunos ampliam seus conhecimentos leitores. Outra questão, é o exemplo que o professor e a escola podem dar, se o professor não demonstra interesse literário, os alunos tem menos chances de se interessarem e se em sua família ocorre o mesmo comportamento,o de não interesse pela leitura, seja ela qual for, o aluno não tem modelo para se espelhar.

 

(b) Nas situações didáticas que a rotina deve contemplar, apresentada no volume um do TOF, destaque as de leitura e justifique sua presença no trabalho junto às crianças.

No mês de junho e início de julho eu li diferentes gêneros textuais diariamente, como o livro Água Viva, Fábulas de Isopo, revistas como os Gênios, história infantil da Nova Escola e etc. Sempre solicitando uma posição dos alunos frente ao enredo e escrevendo na lousa o título da história para que registrassem no caderno.

Geralmente a leitura era e é realizada no ínicio da aula.

 



Escrito por cibelle macielly às 16h36
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Trabalho Recesso

Situação II

No volume um do TOF há um item sobre concepção de alfabetização e no Guia de Estudo para Trabalho Coletivo no texto “Aprender e ensinar Língua Portuguesa”, bem como em outros textos do bloco dois, aparecem outros princípios que norteiam as decisões didáticas do trabalho com o um ano.

(a) Faça uma síntese dos fundamentos da concepção de alfabetização adotada e que norteia a produção do material do TOF.

Os fundamentos da concepção de alfabetização adotada permeiam desde a apropriação escrita e as especificidades relevantes à compreensão das diferentes convenções gráficas.

Para desenvolver essas habilidades orais e escritas o material do TOF define uma didática voltada para o conhecimento prévio do aluno, ou seja, a efetivação da aprendizagem do sistema e da linguagem escrita é realizada através das histórias, cantigas e parlendas já vistas e de situações presentes no dia-a-dia.

Além disso, é preciso conscientizar-se que esse processo não se finda com a alfabetização, e sim ocorre uma aprimoração do aluno leitor e escritor através de suas experiências com diferentes textos, no decorrer de sua vida escolar, pessoal e social.

O guia auxilia o professor na elaboração do planejamento visando esses objetivos.

(b) A partir da leitura dos dois textos citados, descreva, do seu ponto de vista, quais situações didáticas, da sala de aula que você acompanha, exemplificam essa concepção de alfabetização adotada. Justifique.

Na sala observada a unidade básica de ensino é o texto, geralmente cantigas, onde a professora seleciona algumas palavras e explica as sílabas e letras, assim como no bloco dois página 37:

“Se o objetivo é que o aluno aprenda a produzir e a interpretar textos, não é possível tomar como unidade básica de ensino nem a letra, nem a sílaba, nem a palavra, nem a frase que, descontextualizadas, pouco têm a ver com a competência discursiva13 que é questão central. Dentro desse marco, a unidade básica de ensino só pode ser o texto, mas isso não significa que não se enfoquem palavras ou frases nas situações didáticas específicas que o exijam.”

Sabemos que as crianças memorizam porque gosta de cantigas e contos clássicos, então a alfabetização pode decorrer daquilo que estas já conhecem e de uma forma lúdica.

Outro exemplo relevante à concepção do TOF na sala observada é a sugestão de leituras diárias de diferentes gêneros, pois os alunos se interessam na leitura de jornais e revistas com fatos da atualidade, como em uma leitura realizada sobre a autora de Harry Potter, J. K. Holliwg, onde participaram intensamente da discussão, mesmo os alunos que não tiveram a oportunidade de ver o filme, o que significa o desenvolvimento do interesse por outras leituras e a necessidade de “saber” como se escreve um texto.

A partir do momento que o aluno é “instigado” a aprender e principalmente a interessar-se por diferentes mídias escritas, ele está realizando o processo cíclico de desenvolvimento de suas aptidões escritas e literárias.



Escrito por cibelle macielly às 17h21
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Trabalho Recesso

Das nove situações colocadas, escolha seis delas para realizar seu trabalho pessoal de reflexão e estudo.

 

Situação I

Para começar faça um breve relato do que você já sabe sobre os princípios e as ações do Programa Ler e Escrever-Prioridade na Escola Municipal e o Projeto Toda Força ao um ano (TOF) e da sua situação de aluno pesquisador na escola onde está atuando.

O Programa Ler e Escrever tem a meta de reverter o quadro de fracasso escolar presente nas escolas municipais, tendo sido elaborado um amplo estudo sobre as principais deficiências encontradas, principalmente na alfabetização.

As ações norteiam-se primeiramente nas vivências dos próprios alunos, procurando respeitar as especificidades cognitivas e o conhecimento prévio que advém da sua cultura familiar e social.

O caderno oferecido aos professores, assim como todas as orientações do projeto, é um guia para a potencialização do trabalho desenvolvido pelo professor e estagiário.

Este guia reforça os preceitos de autores estudados no curso de Pedagogia e conhecidos pelos professores, como Emília Ferreiro e outros.

Como aluna pesquisadora realizou a leitura do material e procurei aproximar-me do cotidiano escolar, freqüentando as dependências fora da sala, como o refeitório, sala dos professores e sala de leitura, e também observei a dinâmica da professora regente e propus intervenções nas hipóteses dos alunos.

 



Escrito por cibelle macielly às 17h11
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